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O que fazer na Itália? Veja meu relato de viagem pelo país da bota!

A Itália sempre esteve na minha lista de países que queria muito conhecer e enquanto eu planejava a viagem li diversos posts sobre o que fazer na Itália.

Eu tinha apenas 9 dias pra ficar no país sendo que quase dois inteiros para o casamento que eu estava indo. E ainda combinar com amigos quatro dias que estaríamos juntos.

E nessa fase planejamento vem diversas questões como:

  • Que cidades visitar?
  • Meu italiano Terra Nostra é o suficiente pra se virar?
  • Meus euros vão durar até o final?
  • E que pratos da culinária italiana eu vou comer mais de uma vez?

No fim, as cidades que escolhi para visitar de acordo com minhas pesquisas são Milão, Peschiera Del Garda, Verona, Padova, Veneza, Florença e Roma.

E nesse post eu vou contar um pouco das minhas aventuras da cidade que aproveitei menos até a cidade que eu gostei mais.

Peschiera Del Garda

A segunda cidade que visitei na Itália e foi o lugar onde fui para o casamento de uns amigos. Logo, não pude aproveitar muito a cidade.

Eu encontrei amigos em Milão pra ir a cidade e pegamos o trem pra cidade onde o casamento seria realizado. Optamos pela opção mais barata, o trem Regional.

Primeira dica, o trem pode atrasar ou ser cancelado (alguns amigos que foram antes sofreram com atraso, o nosso foi cancelado mesmo).

Porém, você pode usar o mesmo ticket para pegar o próximo trem.

Segunda dica, entre cedo no trem, ele lota e você corres o risco de ir em Pé.

O trem regional é um trem normal, muita gente o pega pra ir e voltar do trabalho.

Talvez seja interessante pagar um pouco mais e pegar um trem de viagem, principalmente se tiver bastante bagagem.

A cidade de Peschiera é interessante pelo incrível lago de garda. Muitos Europeus vão para a cidade passar suas férias, então você pode imaginar o quão agradável é.

Além de ter aquele clima relaxante de cidade pequena e ser quase impossível de achar taxis.

Os gelatos aqui continuam sendo maravilhosos, muita qualidade, comi dois por dia.

A região do Largo Garda com outras cidades e lagos, mas com o pouco tempo que eu tinha acabei não conhecendo os outros.

Várias pessoas me disseram que vale muita a pena passear pelos lagos do Norte da Itália.

Florença

E fui para Florença de Veneza após me despedir dos meus amigos rumo a Florença de trem bala já que não é uma das viagens mais curtas.

Florença é uma cidade incrível e com muita cultura. E eu acho que não aproveitei muito a cidade porque já estava um pouco enjoado de ver tantas igrejas e museus.

E acabei tendo que trabalhar um pouco no dia que estava lá. Mas ainda assim visitei os principais pontos da cidade.

Eu fui a famosa Ponte Vecchio e ao Castelo Vecchio. A ponte é o principal cartão postal da cidade.

A praça da Signoria e a praça do Duomo de Florença. De lá ir ao Ao Baptistério de São João, uma das construções mais diferentes que você vai ver na sua vida. Ele fica bem próximo do Duomo de Florença.

Baptistério e Catedral lado a lado

E perto ali está a Catedral de Santa Maria de Fiore, simplesmente enorme.

E por último ir  galeria da Academia que conta com diversas peças de Michelangelo, incluindo o famoso David

Veneza

Veneza é uma cidade super romântica e cheia de casais que não era muito do meu interesse. Então pra poupar tempo optei por uma viagem estilo day trip chegar de manhã e sair de noite.

O canal principal de Veneza

E acabei não andando na Gondola porque precisava economizar.

E tinha várias igrejas pra visitar.

Porém a que você não pode perder é a Basílica de São Marcos, é mais bonita da cidade e uma das mais bonitas da Itália o que não é pouca coisa.

E a praça de São Marcos onde ela está localizada também é muito interessante.

Algo, muito legal pra quem já viu vários filmes em Veneza é andar pelos becos da cidade sem destino, você acaba tendo aquela sensação de um filme a cada beco e esquina que você vira.

A principal ponte da cidade é a Ponte Rialto, e ela é bastante cheia, porém vale a pena esperar e arrumar um lugarzinho pra ver o Grand Canal.

E a dica de ouro, ir ao shopping, isso mesmo, paulista tem que ir pro shopping, não zuera.

Ir ao shopping T Fondaco, pegar o elevador até o último andar e aproveitar a vista gratuita do terraço, simplesmente demais. Porém, o local pode ficar lotado.

Veneza do Alto do shopping

Milão

Minha primeira parada foi Milão, cheguei ao aeroporto da cidade e peguei o ônibus que faz o transfer para a estação central da cidade.

E já encontrei meu primeiro desafio, comprar o ticket do bondinho elétrico, simplesmente eu não achava onde comprar.

E após perguntar pra três pessoas diferentes que não falavam inglês e nem italiano Terra Nostra eu descobri que os tickets são vendidos em lojas de tabbacco.

Eu tinha menos de 24 horas na cidade e optei por ir ao Free Walking Tour pra conhecer a cidade.

Se você não sabe o que é um Free walking Tour, dá uma olhada onde explicamos o que é e como funciona um free walking tour.

O tour durou 3 horas de caminhada, então se prepare, e passou pelos seguintes pontos:

  • Praça do Duomo
  • Igreja de San Nazro
  • Catedral do Duomo (Pra mim, a igreja mais bonita de toda a viagem, desculpas ao Vaticano e a Gaudi)
  • Galleria Vittorio Emanuele (Aquela famosa bem chique com marcas caras que sempre aparece de fundo em qualquer matéria de jornal)
  • Teatro e Praça de Alla Scala
  • Praça do Mercadores
  • Área comercial
O incrível Duomo de Milão

O tour é muito bom e conta muito sobre a história da cidade e o estilo de vida de suas pessoas.

Depois do Tour encontrei meus amigos e combinamos a hora de pegar o trem pra próxima cidade.

Pro resto do meu dia em Milão até a hora de pegar o trem o negócio foi:

Comer um PF que estava muito bom e bem italiano com massa e tudo mais.

E tomar um gelato, quem me conhece sabe que não o maior fã de sorvete no mundo (Sim, sou estranho, eu sei).

Mas o sorvete era muito bom, muito bom mesmo.

Experimentando o gelato italiano

Veja as três cidades que eu mais gostei na Itália na parte 2 

Sobre Nilo Luz

Freelancer na área de marketing digital e apaixonado por viajar pelo Brasil e pelo mundo. Entusiasta em nomadismo digital, já morei na Austrália e conheci um canguru, já dei banho nos elefantes resgatados de maus tratos na Taiândia, comi massa e pizza na Itália e bebi vinho do porto em Portugal entre outras coisas durante minhas viagens, mas a mais importante é conhecer um pouco da cultura de cada local e outros viajantes, e aprender no processo.

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